Guia prático de UAT: como testar integrações do feed de publicações com seu ERP ou CRM em 15 casos reais
Um roteiro prático de UAT para validar eventos, campos, duplicidades, atrasos, reconciliação e rollback no fluxo entre o feed jurídico e o ERP ou CRM.
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Neste artigo8 seções
- O que é UAT e por que ele importa para o jurídico
- Como definir critérios de aceitação para uma integração de publicações
- Como preparar o ambiente de homologação para o UAT
- 15 casos de teste reais para o feed de publicações e o ERP ou CRM
- Como validar o mapeamento de campos no ambiente de homologação
- Como executar o UAT com o Pocket Jurídico e planejar o rollback
- Erros comuns no UAT e roteiro de aprovação final
- O que fazer depois do UAT de integração de publicações
O que é UAT e por que ele importa para o jurídico
O UAT, sigla em inglês para teste de aceitação do usuário, é a etapa em que a equipe jurídica confirma se uma integração funciona na rotina real, e não apenas se o código executa sem erro. Em integrações de publicações judiciais com ERP ou CRM, o objetivo é provar que uma informação recebida será identificada, relacionada ao processo correto, transformada em tarefa e entregue ao responsável dentro do prazo esperado.
Uma resposta HTTP 200 não significa que o teste foi aprovado. O evento pode ter sido aceito tecnicamente e, ainda assim, criado no cadastro errado, perdido o fuso horário, duplicado uma publicação ou convertido um prazo em data incorreta.
O UAT deve envolver três perspectivas: negócio, tecnologia e operação. O jurídico valida significado e prioridade; a equipe técnica verifica autenticação, contratos e observabilidade; a operação confirma que advogados e correspondentes conseguem trabalhar sem criar planilhas paralelas.
Antes de começar, defina uma massa controlada de processos anonimizados ou autorizados, responsáveis por cada resultado e uma janela de teste. O checklist técnico para integrar monitoramento de publicações ao ERP ou CRM ajuda a preparar acessos, campos e dependências, mas o UAT deve concentrar-se na experiência e nos resultados esperados.
Uma boa aprovação não pergunta apenas se o dado chegou. Ela pergunta se chegou uma vez, no registro correto, com contexto suficiente, no tempo acordado e com uma trilha que permita explicar o que aconteceu.
Como definir critérios de aceitação para uma integração de publicações
Transforme cada requisito em uma condição observável. Por exemplo: para toda publicação válida entregue pelo feed, o ERP deve criar ou atualizar um registro em até cinco minutos, preservar o identificador externo, não duplicar o evento e registrar o resultado da operação.
Separe os critérios em quatro grupos. Latência mede o tempo entre a disponibilidade no feed e a gravação no destino; integridade verifica campos, documentos e relacionamentos; confiabilidade mede perdas, duplicidades e reprocessamentos; governança confirma permissões, logs e proteção de dados.
Uma referência prática para o piloto pode ser 99% dos eventos entregues em até cinco minutos, 100% dos eventos críticos reconciliados e taxa de duplicidade inferior a 0,5%. Esses números não são universais: devem refletir o SLA contratado, o volume da carteira e o risco de cada tipo de publicação.
Defina também o comportamento aceitável para exceções. Um evento inválido deve ser rejeitado com motivo claro e enviado para uma fila de correção, não desaparecer silenciosamente. Uma indisponibilidade do ERP deve provocar retentativas controladas, sem criar cinco tarefas para a mesma intimação.
Para monitorar o resultado, registre pelo menos: identificador do evento, identificador do processo, horário de origem, horário de recebimento, horário de processamento, resposta do destino, número da tentativa e usuário ou serviço responsável. Os KPIs para integrar publicações judiciais por API oferecem uma estrutura útil para transformar esses registros em indicadores.
A segurança também faz parte do aceite. O teste deve confirmar que credenciais não aparecem em logs, que usuários sem permissão não visualizam processos restritos e que os dados trafegam por conexões protegidas. A documentação da OWASP sobre segurança de APIs é uma referência técnica para riscos como autenticação inadequada, autorização quebrada e consumo ilimitado de recursos.
Como preparar o ambiente de homologação para o UAT
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Reproduza a estrutura real sem expor dados desnecessários
Crie empresas, partes, processos, responsáveis, centros de custo e tipos de tarefa semelhantes aos da produção. Prefira dados anonimizados quando nomes e documentos reais não forem indispensáveis.
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Congele o contrato de integração
Registre campos obrigatórios, formatos, enumerações, chaves de idempotência, códigos de erro e versões. Uma mudança de payload durante o teste invalida comparações e gera falsos resultados.
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Separe eventos novos de eventos de replay
Use identificadores previsíveis para distinguir uma publicação inédita de uma reentrega. Assim, a equipe consegue verificar se o sistema atualiza o mesmo registro ou cria um segundo item.
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Prepare uma matriz de evidências
Para cada caso, reserve espaço para entrada, resultado esperado, resultado obtido, horário, evidência e responsável. Capturas de tela ajudam, mas logs e identificadores são indispensáveis para auditoria.
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Defina o caminho de correção
Determine quem corrige cadastro, quem reprocessa eventos e quem autoriza a aprovação. O UAT termina quando o fluxo é repetível, não quando a equipe consegue corrigir manualmente cada falha.
15 casos de teste reais para o feed de publicações e o ERP ou CRM
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- Publicação comum: envie uma publicação com processo, tribunal, data, partes, texto e documento. Aceite somente se o destino criar o registro correto, preservar o conteúdo essencial e gerar a tarefa ou alerta previsto.
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- Publicação antecipada: simule um evento disponibilizado antes da data oficial. O sistema deve guardar a data de origem e a data de ciência separadamente, sem substituir uma pela outra ou criar um prazo incoerente.
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- Evento duplicado pelo tribunal: entregue duas mensagens com o mesmo identificador externo. O resultado esperado é um único registro, com histórico das tentativas e sem duplicação de tarefa.
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- Reenvio após falha temporária: faça o ERP responder com erro 503 na primeira tentativa e sucesso na segunda. Verifique retentativa com intervalo controlado, preservação do identificador e ausência de registros parciais.
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- Processo homônimo: use dois processos com partes ou nomes semelhantes, mas números CNJ diferentes. A associação deve usar a chave processual correta, nunca apenas o nome da parte ou do cliente.
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- Número de processo com formatação diferente: envie o mesmo processo com e sem pontuação. O sistema deve normalizar a busca sem perder o valor original necessário para exibição e auditoria.
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- Processo não cadastrado: publique um evento para uma carteira ainda ausente no ERP. O fluxo deve encaminhar o item para uma fila de exceção ou criar um cadastro controlado, conforme a regra aprovada.
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- Alteração de responsável: atualize advogado, banca terceirizada ou centro de custo. Valide se a nova tarefa vai para o responsável correto e se o histórico mantém a atribuição anterior.
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- Prazo extraído com data inválida: simule texto ambíguo, feriado ou ausência de prazo explícito. O sistema deve sinalizar revisão humana em vez de preencher uma data com falsa precisão.
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- Publicação com documento ausente: entregue o metadado sem anexo e depois reenvie o documento. Confirme que o registro é complementado, não duplicado, e que a equipe recebe indicação de pendência.
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- Tribunal ou diário indisponível: interrompa a fonte durante a janela de captura. O teste deve verificar alerta operacional, registro da lacuna e rotina de recuperação. O runbook operacional para indisponibilidade de diários e tribunais pode orientar esse cenário.
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- Campo desconhecido: acrescente uma propriedade nova ao payload ou envie uma enumeração ainda não mapeada. A integração deve tolerar o campo sem descartar o evento e registrar a necessidade de atualização.
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- Volume concentrado: envie, por exemplo, 1.000 eventos em uma janela curta. Meça fila, tempo de processamento, limites de requisição e ordem de prioridade, verificando se eventos críticos não ficam bloqueados por itens comuns.
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- Acesso restrito: use um processo sigiloso e tente consultar o resultado com um perfil sem autorização. O teste só passa se o dado for bloqueado, mascarado ou encaminhado segundo a política definida.
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- Reprocessamento e rollback: altere deliberadamente um mapeamento em homologação, gere registros incorretos e execute o procedimento de reversão. O aceite exige localizar os afetados, corrigir sem apagar evidências e reprocessar a versão correta.
Como validar o mapeamento de campos no ambiente de homologação
O teste de mapeamento deve comparar a origem, a transformação e o destino campo a campo. Não basta verificar se o título apareceu no ERP: confira número CNJ, tribunal, instância, partes, classe, assunto, data de disponibilização, data de publicação, prazo, responsável, prioridade, documento e identificador externo.
Monte uma tabela com quatro colunas: valor no feed, regra de transformação, valor no ERP ou CRM e resultado esperado. Para datas, teste pelo menos horário de Brasília, mudança de mês, feriado e publicação antecipada. Para textos, inclua acentos, caracteres especiais, quebras de linha e conteúdo extenso.
Campos jurídicos exigem cuidado adicional. “Data da publicação” pode não ser a mesma coisa que “data de ciência”, e “prazo sugerido” não deve ser tratado como prazo confirmado sem a regra aplicável e a revisão responsável.
Também valide cardinalidade. Uma publicação pode ter várias partes, documentos ou movimentações; se o ERP aceita apenas um valor, a integração precisa definir se cria itens relacionados, concatena dados ou envia o excedente para uma fila.
Os modelos JSON e o mapeamento de campos para publicações judiciais ajudam a documentar o contrato. Depois de cada alteração, repita uma amostra fixa de casos para detectar regressões.
A reconciliação deve ocorrer nos dois sentidos da pergunta: tudo que chegou ao ERP existe no feed e tudo que o feed marcou como entregue aparece no ERP? Uma planilha temporária pode apoiar o UAT, mas o resultado final precisa ser verificável por consulta, relatório ou painel de integração.
Como executar o UAT com o Pocket Jurídico e planejar o rollback
Em projetos que conectam o Pocket Jurídico a ERPs, CRMs e sistemas jurídicos, a homologação deve reproduzir o caminho completo: publicação capturada, processo validado, evento disponibilizado pela API, transformação aplicada e registro criado ou atualizado no destino. O feed reúne publicações e movimentações de diferentes diários e tribunais, por isso a massa de testes deve incluir mais de uma origem e mais de um tipo de processo.
Uma prática segura é criar um sandbox com carteira reduzida, responsáveis fictícios e regras de notificação isoladas. Use a rotina de replay de eventos para repetir uma publicação específica após corrigir o mapeamento, comparando o resultado antes e depois sem depender de nova ocorrência no tribunal.
O Pocket Jurídico também pode participar da validação de cenários com publicação antecipada, documentos, comentários e extração de prazos por IA. A aprovação, porém, deve separar o evento original da interpretação automatizada: o ERP precisa guardar a fonte e indicar quando uma informação depende de revisão humana.
O rollback deve ser reversível e limitado. Primeiro, interrompa a entrada de novos eventos ou direcione-os para uma fila; depois, identifique registros criados pela versão problemática usando versão, lote ou identificador de integração. Corrija o contrato, reverta apenas os registros afetados e reprocesse eventos a partir da última posição confirmada.
Nunca apague o histórico para “limpar” o teste. Preserve payload, resposta, horário, versão do mapeamento e decisão de correção. A trilha de auditoria para publicações judiciais é especialmente importante quando o fluxo influencia prazos ou decisões operacionais.
Em uma implantação real, o go/no-go deve exigir zero perda de eventos críticos, duplicidade dentro do limite aprovado, reconciliação concluída e um responsável disponível durante a primeira janela de produção. Se qualquer um desses itens falhar, adie a expansão da carteira em vez de mascarar o risco com correções manuais.
Erros comuns no UAT e roteiro de aprovação final
- 1
Não testar apenas o caminho feliz
Uma publicação recebida sem atraso e com todos os campos preenchidos prova pouco. Inclua indisponibilidade, duplicidade, cadastro ausente, payload incompleto, volume concentrado e permissões restritas.
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Não aceitar correções manuais como evidência
Se alguém precisou editar o processo, criar a tarefa e avisar o advogado por fora, registre o caso como falha ou exceção aprovada. O objetivo é validar o fluxo que funcionará depois do go-live.
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Não confundir entrega com utilidade
O evento pode chegar e ainda assim não gerar ação. Confirme se prioridade, responsável, prazo, documento e contexto aparecem onde a equipe realmente trabalha.
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Executar a reconciliação antes da decisão
Compare a lista de eventos emitidos, aceitos, rejeitados, reprocessados e gravados. Investigue toda diferença, mesmo quando o número de falhas parecer pequeno.
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Aprovar com critérios objetivos
Assine o aceite somente quando latência, integridade, duplicidade, segurança, observabilidade e rollback atenderem aos limites documentados. Registre pendências, impacto, prazo e responsável.
O que fazer depois do UAT de integração de publicações
O UAT não termina com a assinatura do documento. Durante os primeiros dias de produção, faça uma amostragem diária de eventos e compare origem, destino e ação gerada. Acompanhe especialmente processos estratégicos, carteiras de alto volume e tribunais que apresentaram exceções na homologação.
Crie um painel com latência mediana e no percentil 95, eventos rejeitados, duplicidades, falhas por código, itens pendentes de reconciliação e tempo até a ciência do responsável. Esses indicadores mostram se o problema está na fonte, na API, no ERP, no mapeamento ou no processo interno.
Quando o fluxo estiver estável, expanda por ondas. Comece com uma equipe e uma carteira representativa, depois inclua novas bancas, áreas ou empresas. Um piloto de 30 dias para validar um feed de publicações no jurídico pode organizar essa evolução sem transformar o go-live em uma aposta única.
Para escritórios e departamentos jurídicos, a melhor integração é aquela que reduz checagem manual sem esconder incertezas. Dados processuais devem chegar com contexto, rastreabilidade e uma rota clara para revisão, correção e recuperação.
Ao conectar o feed do Pocket Jurídico a Salesforce, TOTVS ou outro sistema interno, trate o UAT como uma proteção operacional, não como mera formalidade técnica. Quinze casos bem executados podem revelar problemas que semanas de uso cotidiano demorariam a encontrar.
Perguntas Frequentes
Quais são os testes mínimos para aprovar uma integração de publicações com ERP ou CRM?▼
O conjunto mínimo deve cobrir publicação comum, duplicidade, atraso, indisponibilidade do destino, processo homônimo, cadastro ausente, campos obrigatórios, prazo, documento e reprocessamento. Também é necessário testar permissões, logs e reconciliação entre eventos emitidos e registros gravados. Para uma integração que influencia prazos, o rollback deve ser demonstrado, não apenas descrito.
Como simular atraso ou falha de tribunal durante o UAT?▼
Use eventos com horário de origem antigo, interrompa temporariamente a entrada da fonte ou injete uma resposta de erro controlada no ambiente de homologação. Verifique se o sistema registra a lacuna, alerta os responsáveis, evita duplicidade e recupera os eventos quando a origem volta. O teste deve medir o tempo total até a normalização, não somente a disponibilidade da API.
Qual latência é aceitável para sincronizar uma publicação judicial?▼
A resposta depende do risco, do SLA e do tipo de evento. Como referência inicial, muitas equipes adotam até cinco minutos para eventos comuns e tratamento prioritário para publicações urgentes, mas o limite precisa ser acordado com o jurídico. Registre mediana e percentil 95, pois uma média baixa pode esconder atrasos graves em parte da carteira.
Como testar duplicidade em uma integração de publicações?▼
Envie duas vezes o mesmo evento, com o mesmo identificador externo, e depois repita o conteúdo com identificadores diferentes para verificar a regra de negócio. O primeiro cenário deve resultar em um único registro idempotente; o segundo exige análise para decidir se representa nova ocorrência ou repetição da fonte. Confirme também que tarefas, alertas e comentários não são duplicados.
O que fazer se o UAT encontrar prazos incorretos no ERP?▼
Suspenda a aprovação do fluxo de prazos e preserve as evidências, incluindo texto original, regra aplicada, calendário e versão do mapeamento. Classifique se o erro veio da data da publicação, do fuso, do calendário, da interpretação automática ou da transformação no ERP. Só libere o processo depois de corrigir a causa, repetir os casos afetados e definir revisão humana para situações ambíguas.
Como validar processos homônimos sem criar vínculos errados?▼
Monte pelo menos dois registros com nomes de partes semelhantes e números processuais diferentes. A chave principal deve ser o número CNJ normalizado ou outro identificador confiável, enquanto nome, documento e cliente funcionam como validações complementares. O teste deve falhar de forma explícita quando não houver correspondência segura, encaminhando o evento para exceção.
Qual é o plano de rollback recomendado para uma integração que criou reconciliações erradas?▼
Primeiro, pause novos eventos ou direcione-os para uma fila segura. Em seguida, localize os registros afetados por lote, versão e identificador, reverta somente as alterações incorretas, mantenha a trilha de auditoria e reprocesse os eventos após corrigir a regra. O plano deve ter responsáveis, prazo de decisão, critérios de retomada e comunicação ao jurídico.