Integração ERP/CRM

Guia prático de UAT: como testar integrações do feed de publicações com seu ERP ou CRM em 15 casos reais

15 min de leitura

Um roteiro prático de UAT para validar eventos, campos, duplicidades, atrasos, reconciliação e rollback no fluxo entre o feed jurídico e o ERP ou CRM.

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Guia prático de UAT: como testar integrações do feed de publicações com seu ERP ou CRM em 15 casos reais

O que é UAT e por que ele importa para o jurídico

O UAT, sigla em inglês para teste de aceitação do usuário, é a etapa em que a equipe jurídica confirma se uma integração funciona na rotina real, e não apenas se o código executa sem erro. Em integrações de publicações judiciais com ERP ou CRM, o objetivo é provar que uma informação recebida será identificada, relacionada ao processo correto, transformada em tarefa e entregue ao responsável dentro do prazo esperado.

Uma resposta HTTP 200 não significa que o teste foi aprovado. O evento pode ter sido aceito tecnicamente e, ainda assim, criado no cadastro errado, perdido o fuso horário, duplicado uma publicação ou convertido um prazo em data incorreta.

O UAT deve envolver três perspectivas: negócio, tecnologia e operação. O jurídico valida significado e prioridade; a equipe técnica verifica autenticação, contratos e observabilidade; a operação confirma que advogados e correspondentes conseguem trabalhar sem criar planilhas paralelas.

Antes de começar, defina uma massa controlada de processos anonimizados ou autorizados, responsáveis por cada resultado e uma janela de teste. O checklist técnico para integrar monitoramento de publicações ao ERP ou CRM ajuda a preparar acessos, campos e dependências, mas o UAT deve concentrar-se na experiência e nos resultados esperados.

Uma boa aprovação não pergunta apenas se o dado chegou. Ela pergunta se chegou uma vez, no registro correto, com contexto suficiente, no tempo acordado e com uma trilha que permita explicar o que aconteceu.

Como definir critérios de aceitação para uma integração de publicações

Transforme cada requisito em uma condição observável. Por exemplo: para toda publicação válida entregue pelo feed, o ERP deve criar ou atualizar um registro em até cinco minutos, preservar o identificador externo, não duplicar o evento e registrar o resultado da operação.

Separe os critérios em quatro grupos. Latência mede o tempo entre a disponibilidade no feed e a gravação no destino; integridade verifica campos, documentos e relacionamentos; confiabilidade mede perdas, duplicidades e reprocessamentos; governança confirma permissões, logs e proteção de dados.

Uma referência prática para o piloto pode ser 99% dos eventos entregues em até cinco minutos, 100% dos eventos críticos reconciliados e taxa de duplicidade inferior a 0,5%. Esses números não são universais: devem refletir o SLA contratado, o volume da carteira e o risco de cada tipo de publicação.

Defina também o comportamento aceitável para exceções. Um evento inválido deve ser rejeitado com motivo claro e enviado para uma fila de correção, não desaparecer silenciosamente. Uma indisponibilidade do ERP deve provocar retentativas controladas, sem criar cinco tarefas para a mesma intimação.

Para monitorar o resultado, registre pelo menos: identificador do evento, identificador do processo, horário de origem, horário de recebimento, horário de processamento, resposta do destino, número da tentativa e usuário ou serviço responsável. Os KPIs para integrar publicações judiciais por API oferecem uma estrutura útil para transformar esses registros em indicadores.

A segurança também faz parte do aceite. O teste deve confirmar que credenciais não aparecem em logs, que usuários sem permissão não visualizam processos restritos e que os dados trafegam por conexões protegidas. A documentação da OWASP sobre segurança de APIs é uma referência técnica para riscos como autenticação inadequada, autorização quebrada e consumo ilimitado de recursos.

Como preparar o ambiente de homologação para o UAT

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    Reproduza a estrutura real sem expor dados desnecessários

    Crie empresas, partes, processos, responsáveis, centros de custo e tipos de tarefa semelhantes aos da produção. Prefira dados anonimizados quando nomes e documentos reais não forem indispensáveis.

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    Congele o contrato de integração

    Registre campos obrigatórios, formatos, enumerações, chaves de idempotência, códigos de erro e versões. Uma mudança de payload durante o teste invalida comparações e gera falsos resultados.

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    Separe eventos novos de eventos de replay

    Use identificadores previsíveis para distinguir uma publicação inédita de uma reentrega. Assim, a equipe consegue verificar se o sistema atualiza o mesmo registro ou cria um segundo item.

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    Prepare uma matriz de evidências

    Para cada caso, reserve espaço para entrada, resultado esperado, resultado obtido, horário, evidência e responsável. Capturas de tela ajudam, mas logs e identificadores são indispensáveis para auditoria.

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    Defina o caminho de correção

    Determine quem corrige cadastro, quem reprocessa eventos e quem autoriza a aprovação. O UAT termina quando o fluxo é repetível, não quando a equipe consegue corrigir manualmente cada falha.

15 casos de teste reais para o feed de publicações e o ERP ou CRM

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    1. Publicação comum: envie uma publicação com processo, tribunal, data, partes, texto e documento. Aceite somente se o destino criar o registro correto, preservar o conteúdo essencial e gerar a tarefa ou alerta previsto.
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    1. Publicação antecipada: simule um evento disponibilizado antes da data oficial. O sistema deve guardar a data de origem e a data de ciência separadamente, sem substituir uma pela outra ou criar um prazo incoerente.
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    1. Evento duplicado pelo tribunal: entregue duas mensagens com o mesmo identificador externo. O resultado esperado é um único registro, com histórico das tentativas e sem duplicação de tarefa.
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    1. Reenvio após falha temporária: faça o ERP responder com erro 503 na primeira tentativa e sucesso na segunda. Verifique retentativa com intervalo controlado, preservação do identificador e ausência de registros parciais.
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    1. Processo homônimo: use dois processos com partes ou nomes semelhantes, mas números CNJ diferentes. A associação deve usar a chave processual correta, nunca apenas o nome da parte ou do cliente.
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    1. Número de processo com formatação diferente: envie o mesmo processo com e sem pontuação. O sistema deve normalizar a busca sem perder o valor original necessário para exibição e auditoria.
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    1. Processo não cadastrado: publique um evento para uma carteira ainda ausente no ERP. O fluxo deve encaminhar o item para uma fila de exceção ou criar um cadastro controlado, conforme a regra aprovada.
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    1. Alteração de responsável: atualize advogado, banca terceirizada ou centro de custo. Valide se a nova tarefa vai para o responsável correto e se o histórico mantém a atribuição anterior.
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    1. Prazo extraído com data inválida: simule texto ambíguo, feriado ou ausência de prazo explícito. O sistema deve sinalizar revisão humana em vez de preencher uma data com falsa precisão.
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    1. Publicação com documento ausente: entregue o metadado sem anexo e depois reenvie o documento. Confirme que o registro é complementado, não duplicado, e que a equipe recebe indicação de pendência.
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    1. Tribunal ou diário indisponível: interrompa a fonte durante a janela de captura. O teste deve verificar alerta operacional, registro da lacuna e rotina de recuperação. O runbook operacional para indisponibilidade de diários e tribunais pode orientar esse cenário.
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    1. Campo desconhecido: acrescente uma propriedade nova ao payload ou envie uma enumeração ainda não mapeada. A integração deve tolerar o campo sem descartar o evento e registrar a necessidade de atualização.
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    1. Volume concentrado: envie, por exemplo, 1.000 eventos em uma janela curta. Meça fila, tempo de processamento, limites de requisição e ordem de prioridade, verificando se eventos críticos não ficam bloqueados por itens comuns.
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    1. Acesso restrito: use um processo sigiloso e tente consultar o resultado com um perfil sem autorização. O teste só passa se o dado for bloqueado, mascarado ou encaminhado segundo a política definida.
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    1. Reprocessamento e rollback: altere deliberadamente um mapeamento em homologação, gere registros incorretos e execute o procedimento de reversão. O aceite exige localizar os afetados, corrigir sem apagar evidências e reprocessar a versão correta.

Como validar o mapeamento de campos no ambiente de homologação

O teste de mapeamento deve comparar a origem, a transformação e o destino campo a campo. Não basta verificar se o título apareceu no ERP: confira número CNJ, tribunal, instância, partes, classe, assunto, data de disponibilização, data de publicação, prazo, responsável, prioridade, documento e identificador externo.

Monte uma tabela com quatro colunas: valor no feed, regra de transformação, valor no ERP ou CRM e resultado esperado. Para datas, teste pelo menos horário de Brasília, mudança de mês, feriado e publicação antecipada. Para textos, inclua acentos, caracteres especiais, quebras de linha e conteúdo extenso.

Campos jurídicos exigem cuidado adicional. “Data da publicação” pode não ser a mesma coisa que “data de ciência”, e “prazo sugerido” não deve ser tratado como prazo confirmado sem a regra aplicável e a revisão responsável.

Também valide cardinalidade. Uma publicação pode ter várias partes, documentos ou movimentações; se o ERP aceita apenas um valor, a integração precisa definir se cria itens relacionados, concatena dados ou envia o excedente para uma fila.

Os modelos JSON e o mapeamento de campos para publicações judiciais ajudam a documentar o contrato. Depois de cada alteração, repita uma amostra fixa de casos para detectar regressões.

A reconciliação deve ocorrer nos dois sentidos da pergunta: tudo que chegou ao ERP existe no feed e tudo que o feed marcou como entregue aparece no ERP? Uma planilha temporária pode apoiar o UAT, mas o resultado final precisa ser verificável por consulta, relatório ou painel de integração.

Como executar o UAT com o Pocket Jurídico e planejar o rollback

Em projetos que conectam o Pocket Jurídico a ERPs, CRMs e sistemas jurídicos, a homologação deve reproduzir o caminho completo: publicação capturada, processo validado, evento disponibilizado pela API, transformação aplicada e registro criado ou atualizado no destino. O feed reúne publicações e movimentações de diferentes diários e tribunais, por isso a massa de testes deve incluir mais de uma origem e mais de um tipo de processo.

Uma prática segura é criar um sandbox com carteira reduzida, responsáveis fictícios e regras de notificação isoladas. Use a rotina de replay de eventos para repetir uma publicação específica após corrigir o mapeamento, comparando o resultado antes e depois sem depender de nova ocorrência no tribunal.

O Pocket Jurídico também pode participar da validação de cenários com publicação antecipada, documentos, comentários e extração de prazos por IA. A aprovação, porém, deve separar o evento original da interpretação automatizada: o ERP precisa guardar a fonte e indicar quando uma informação depende de revisão humana.

O rollback deve ser reversível e limitado. Primeiro, interrompa a entrada de novos eventos ou direcione-os para uma fila; depois, identifique registros criados pela versão problemática usando versão, lote ou identificador de integração. Corrija o contrato, reverta apenas os registros afetados e reprocesse eventos a partir da última posição confirmada.

Nunca apague o histórico para “limpar” o teste. Preserve payload, resposta, horário, versão do mapeamento e decisão de correção. A trilha de auditoria para publicações judiciais é especialmente importante quando o fluxo influencia prazos ou decisões operacionais.

Em uma implantação real, o go/no-go deve exigir zero perda de eventos críticos, duplicidade dentro do limite aprovado, reconciliação concluída e um responsável disponível durante a primeira janela de produção. Se qualquer um desses itens falhar, adie a expansão da carteira em vez de mascarar o risco com correções manuais.

Erros comuns no UAT e roteiro de aprovação final

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    Não testar apenas o caminho feliz

    Uma publicação recebida sem atraso e com todos os campos preenchidos prova pouco. Inclua indisponibilidade, duplicidade, cadastro ausente, payload incompleto, volume concentrado e permissões restritas.

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    Não aceitar correções manuais como evidência

    Se alguém precisou editar o processo, criar a tarefa e avisar o advogado por fora, registre o caso como falha ou exceção aprovada. O objetivo é validar o fluxo que funcionará depois do go-live.

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    Não confundir entrega com utilidade

    O evento pode chegar e ainda assim não gerar ação. Confirme se prioridade, responsável, prazo, documento e contexto aparecem onde a equipe realmente trabalha.

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    Executar a reconciliação antes da decisão

    Compare a lista de eventos emitidos, aceitos, rejeitados, reprocessados e gravados. Investigue toda diferença, mesmo quando o número de falhas parecer pequeno.

  5. 5

    Aprovar com critérios objetivos

    Assine o aceite somente quando latência, integridade, duplicidade, segurança, observabilidade e rollback atenderem aos limites documentados. Registre pendências, impacto, prazo e responsável.

O que fazer depois do UAT de integração de publicações

O UAT não termina com a assinatura do documento. Durante os primeiros dias de produção, faça uma amostragem diária de eventos e compare origem, destino e ação gerada. Acompanhe especialmente processos estratégicos, carteiras de alto volume e tribunais que apresentaram exceções na homologação.

Crie um painel com latência mediana e no percentil 95, eventos rejeitados, duplicidades, falhas por código, itens pendentes de reconciliação e tempo até a ciência do responsável. Esses indicadores mostram se o problema está na fonte, na API, no ERP, no mapeamento ou no processo interno.

Quando o fluxo estiver estável, expanda por ondas. Comece com uma equipe e uma carteira representativa, depois inclua novas bancas, áreas ou empresas. Um piloto de 30 dias para validar um feed de publicações no jurídico pode organizar essa evolução sem transformar o go-live em uma aposta única.

Para escritórios e departamentos jurídicos, a melhor integração é aquela que reduz checagem manual sem esconder incertezas. Dados processuais devem chegar com contexto, rastreabilidade e uma rota clara para revisão, correção e recuperação.

Ao conectar o feed do Pocket Jurídico a Salesforce, TOTVS ou outro sistema interno, trate o UAT como uma proteção operacional, não como mera formalidade técnica. Quinze casos bem executados podem revelar problemas que semanas de uso cotidiano demorariam a encontrar.

Perguntas Frequentes

Quais são os testes mínimos para aprovar uma integração de publicações com ERP ou CRM?▼

O conjunto mínimo deve cobrir publicação comum, duplicidade, atraso, indisponibilidade do destino, processo homônimo, cadastro ausente, campos obrigatórios, prazo, documento e reprocessamento. Também é necessário testar permissões, logs e reconciliação entre eventos emitidos e registros gravados. Para uma integração que influencia prazos, o rollback deve ser demonstrado, não apenas descrito.

Como simular atraso ou falha de tribunal durante o UAT?▼

Use eventos com horário de origem antigo, interrompa temporariamente a entrada da fonte ou injete uma resposta de erro controlada no ambiente de homologação. Verifique se o sistema registra a lacuna, alerta os responsáveis, evita duplicidade e recupera os eventos quando a origem volta. O teste deve medir o tempo total até a normalização, não somente a disponibilidade da API.

Qual latência é aceitável para sincronizar uma publicação judicial?▼

A resposta depende do risco, do SLA e do tipo de evento. Como referência inicial, muitas equipes adotam até cinco minutos para eventos comuns e tratamento prioritário para publicações urgentes, mas o limite precisa ser acordado com o jurídico. Registre mediana e percentil 95, pois uma média baixa pode esconder atrasos graves em parte da carteira.

Como testar duplicidade em uma integração de publicações?▼

Envie duas vezes o mesmo evento, com o mesmo identificador externo, e depois repita o conteúdo com identificadores diferentes para verificar a regra de negócio. O primeiro cenário deve resultar em um único registro idempotente; o segundo exige análise para decidir se representa nova ocorrência ou repetição da fonte. Confirme também que tarefas, alertas e comentários não são duplicados.

O que fazer se o UAT encontrar prazos incorretos no ERP?▼

Suspenda a aprovação do fluxo de prazos e preserve as evidências, incluindo texto original, regra aplicada, calendário e versão do mapeamento. Classifique se o erro veio da data da publicação, do fuso, do calendário, da interpretação automática ou da transformação no ERP. Só libere o processo depois de corrigir a causa, repetir os casos afetados e definir revisão humana para situações ambíguas.

Como validar processos homônimos sem criar vínculos errados?▼

Monte pelo menos dois registros com nomes de partes semelhantes e números processuais diferentes. A chave principal deve ser o número CNJ normalizado ou outro identificador confiável, enquanto nome, documento e cliente funcionam como validações complementares. O teste deve falhar de forma explícita quando não houver correspondência segura, encaminhando o evento para exceção.

Qual é o plano de rollback recomendado para uma integração que criou reconciliações erradas?▼

Primeiro, pause novos eventos ou direcione-os para uma fila segura. Em seguida, localize os registros afetados por lote, versão e identificador, reverta somente as alterações incorretas, mantenha a trilha de auditoria e reprocesse os eventos após corrigir a regra. O plano deve ter responsáveis, prazo de decisão, critérios de retomada e comunicação ao jurídico.

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